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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Boicote a Israel: uma lista para ajudar




Por Rodrigo Constantino

Se você é daqueles que adoram odiar Israel e está louco de vontade de boicotar seus produtos, aqui vai uma lista para ajudar, extraída desse site e traduzida por um leitor:

- Remova chips sionistas Pentium e Celeron.
- Desinstale seu Windows XT.
- Sistema Microsoft? Esqueça.
- Remova anti-vírus e Firewall. Já!
- Enviar e-mail? Não mais. Código de algoritmo é… israelense!
- Compre um pager! Tecnologia do telefone celular foi desenvolvida em… Israel.
- Desative seu voicemail. Israelense.
- Facebook? Não te pertence mais.
- Busca online? Cuidado, maioria é israelense.
- Usa Waze? Usava.
- Reinstalou ICQ? Sionista! Desinstale.
- Curte e-book? Curtia!
- Armazenar dados na Web? Vá com calma, maioria israelense.
- Carro elétrico? No! Polua pra sempre.
- Tomatinho-cereja delicioso? Volte pro tomatão.
- Tecnologia de irrigação contra fome na África, China, Índia e Indonésia (maior país muçulmano do mundo): é o fim!
- Genéricos: prefira os de marca. A israelense Teva é a maior do mundo!
- Câncer: cientistas israelenses na vanguarda dos tratamentos.
- HIV: já ouviu falar do AZT?
- Diabético? Evite injetar insulina com aparelhos desenvolvidos em Israel.
- Esclerose múltipla: pare Copaxone, dos mais eficazes. Laquinimod? Abandone.
- Parkinson: remova marcapasso israelense que minimiza os tremores. Interrompa Levodopa.
- Histórico de doença cardíaca ou arterioesclerose na família? Reze pra doença não ter. Detecção prévia? Não pra você.
- Epilepsia: livre-se da pulseira sionista que envia alertas!
- Apneia do sono: testes só sem aparelhos israelenses.
- Dislexia: babau pro sistema de leitura baseado na intranet.
- Alergias de pele: tratar com creme de esteroide, esqueça os sem.
- Catéteres? Protegidos contra infecção por plástico israelense.
- Cirurgia na garganta: só sem laser cirúrgico sionista!
- Colonoscopia e gastro: aborte câmeras israelenses.
- Nunca implante um coração artificial: Israel foi pioneira!
- Transplante de rim: espere doadores do mesmo tipo sanguíneo! Métodos de Israel permitem outros doares!
- Células tronco: esqueça fabulosos tratamentos!
- Tratamento dentário: esqueça os principais, scanner desenvolvido em Israel.
- Assistência humanitária e produção local: quase 40 países beneficiados.

Isso vai ao encontro do meu texto sobre os reais motivos do ódio a Israel, publicado no GLOBO em maio de 2011:

O ódio a Israel

“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)

As recentes declarações do presidente Obama reacenderam o debate sobre o confronto entre Palestina e Israel. Todos gostam de emitir opinião sobre o assunto, mesmo sem embasamento. Não pretendo entrar na questão histórica em si, até porque isso foge da minha área de conhecimento. Mas gostaria de colaborar com o debate pela via econômica. Do meu ponto de vista, há muita inveja do relativo sucesso israelense. A tendência natural é defender os mais fracos. Isso nem sempre será o mais justo.

O antissemitismo é tão antigo quanto o próprio judaísmo. Os motivos variaram com o tempo. Mas, em minha opinião, não podemos descartar a inveja como fator importante. A prática da usura era condenada pelos católicos enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica econômica. Shakespeare retratou o antissemitismo de seu tempo em seu clássico “O Mercador de Veneza”, em que Shylock representa o típico agiota insensível. Marx, sempre irresponsável com suas finanças, usou os judeus como bode expiatório para atacar o capitalismo. O nacional-socialismo de Hitler foi o ponto máximo do ódio contra judeus.

Vários países existem por causa de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras. Israel é apenas mais um. Curiosamente, parece que somente Israel não tem o direito de existir. Culpa-se sua existência pelo conflito na região, sem levar em conta que os maiores inimigos dos muçulmanos vêm do próprio Islã. O que Israel fez de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”, como os fanáticos defendem?

Israel é um país pequeno, criado apenas em 1948, contando hoje com pouco mais de sete milhões de habitantes. Ao contrário de seus vizinhos, não possui recursos naturais abundantes, e precisa importar petróleo. Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola. A maior parte do sistema operacional do Windows XP foi desenvolvida pela Microsoft de Israel. O microprocessador Pentium-4 foi desenvolvido pela Intel em Israel. A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel. Microsoft e Cisco construíram unidades de pesquisa e desenvolvimento em Israel. Em resumo, Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo.

O PIB de Israel, acima de US$ 200 bilhões por ano, é muito superior ao de seus vizinhos islâmicos. A renda per capita é de quase US$ 30 mil. Apesar da pequena população e da ausência de recursos naturais, as empresas israelenses exportam mais de US$ 50 bilhões por ano. A penetração da internet é uma das maiores do mundo. Israel possui a maior proporção mundial de títulos universitários em relação à população. Lá são produzidos mais artigos científicos per capita que qualquer outro país. Israel possui o maior IDH do Oriente, e o 15º do mundo.

Não custa lembrar que tudo isso foi conquistado sob constante ameaça terrorista por parte dos vizinhos, forçando um pesado gasto militar do governo. Ainda assim, o país despontou no campo científico e tecnológico, oferecendo enormes avanços para a humanidade. 

Quando comparamos a realidade israelense com a situação miserável da maioria dos vizinhos, fica mais fácil entender parte do ódio que é alimentado contra os judeus. Claro que fatores religiosos pesam, assim como o interesse de autoridades islâmicas no clima de guerra. Nada como um inimigo externo para justificar atrocidades domésticas. Mas as gritantes diferenças econômicas e sociais sem dúvida adicionam lenha à fogueira.

Como agravante, Israel é uma democracia parlamentar, enquanto a maioria dos vizinhos vive sob regimes autoritários que ignoram os direitos humanos mais básicos. Isso para não falar das gritantes diferenças quanto às liberdades femininas. 

Israel não é um paraíso. Longe disso. Seu governo comete abusos que merecem repúdio. Mas perto da realidade de seus vizinhos islâmicos, o contraste é chocante. Será que isso tem alguma ligação com o ódio a Israel e o constante uso de critérios parciais na hora de julgar os acontecimentos na região? O sucesso costuma despertar a inveja nas almas pequenas, vide o antiamericanismo patológico que ainda sobrevive na esquerda latino-americana.  
Em tempo: O ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia deveria aprender com Israel como produzir tecnologia de ponta, com ampla abertura econômica e investimento em educação, em vez de tentar resgatar o fracassado protecionismo, no afã de estimular a indústria nacional. 

Fonte: Site da Revista Veja

Os estrangeiros dispostos a morrer por Israel

Soldados israeleneses choram pela morte do soldado americano-israelense Max Steinberg (AFP Getty)
Mortes de Max Steinberg e de Nissim Sean Carmeli
ilustram os perigos enfrentados pelos 'solitários'
A comunidade judaica no sul da Califórnia, nos Estados Unidos, está de luto após a morte do soldado do Exército israelense Max Steinberg, de 25 anos, na Faixa de Gaza.

Steinberg, originário da região de Woodland Hills, em Los Angeles, e Nissim Sean Carmeli, 21, do Texas, são os dois soldados americanos que morreram na controversa ofensiva militar lançada por Israel nos últimos dias contra Gaza.

Os ataques por mar e terra já mataram mais de 600 palestinos, a maioria civis, e cerca de 30 israelenses.

Os dois americanos tinham voluntariamente decidido deixar os EUA para servir nas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), algo que milhares de jovens judeus de todo o mundo fazem a cada ano.

Esses voluntários são conhecidos pelo nome de "soldados solitários", porque durante o tempo em que servem na IDF são forçados a ficar longe da família e dos amigos.

Na maioria dos casos, por trás da decisão de se incorporar ao Exército israelense está o desejo de honrar as suas raízes e defender o Estado judeu - ainda que essa não seja a sua obrigação, já que não nasceram no país.

Os jovens costumam passar cerca de um ano e meio em treinamento, muitas vezes em unidades de combate. Por isso, apesar de não ter experiência militar prévia, como aconteceu com Steinberg e Carmelli, eles podem acabar participando de conflitos armados.

Como destacou o Jewish Journal, de Los Angeles, em alguns casos os voluntários, terminando o seu período de trabalho, "decidem residir permanentemente em Israel" ou "retornam para o seu país de origem convertidos em defensores fervorosos do Estado judeu".

Max Steinberg (AP)
Max Steinberg (centro) morreu no último domingo em Gaza
Barreiras

Muitos viajam dos EUA para Israel. Em ambos os países, diversas organizações trabalham para apoiá-los antes, durante e depois do serviço militar.

De acordo com a ONG israelense Centro do Soldado Solitário, as Forças Armadas israelenses contam hoje com 6 mil voluntários. Mas nem todos são estrangeiros, uma vez que alguns são órfãos ou vêm de famílias desestruturadas.

Os soldados solitários precisam não apenas superar a dificuldade de se adaptar à vida militar: em muitos casos, eles não têm nenhum conhecimento do hebraico nem estão familiarizados com o estilo de vida do país anfitrião.

Nissim Sean Carmeli (AP)
Nissim Sean Carmeli, 21, foi um dos 'soldados 
solitários' mortos em Gaza
O jovem norte-americano Mike Fishbein, 25, de Los Angeles, decidiu se alistar na IDF em 2009, depois de passar um ano vivendo em Israel.

Fishbein disse à BBC que, "tendo crescido em um lar sionista", queria se incorporar ao Exército israelense, onde passou dois anos.

"Antes de me alistar na IDF, passei um ano em Israel fazendo trabalho voluntário. Todos os meus amigos estavam se preparando para entrar no Exército e me convenci de que eu deveria fazer o mesmo. Sou judeu e acredito no direito de Israel de existir. Decidi que queria defender o país como faziam os meus amigos".

Fishbein diz que no início não quis relevar a decisão aos seus pais, "para não assustá-los". Mas quando eles souberam, mesmo sua mãe achando um pouco ruim, o apoiaram.

Ele explica que os primeiros meses foram difíceis, porque ele não falava hebraico muito bem e teve um "choque cultural". Mas se acostumou.

"Eu estava com jovens de todas as classes sociais e de todo o mundo, que tinham um mesmo objetivo: defender os judeus de Israel. Foi uma experiência muito enriquecedora e fiz muitos amigos, que agora são como irmãos", diz Fishbein, que atualmente trabalha em Los Angeles como assistente de produção de publicidade.

Mike Fishbein (AP)
Mike Fishbein decidiu que queria ser voluntário na IDF em 2009
Questionado sobre o conflito atual entre Israel e os palestinos, o jovem diz: "É difícil estar na Califórnia sabendo de tudo o que está acontecendo lá".

"É devastador o que está acontecendo, mortes de ambos os lados. Eles devem tentar alcançar um cessar-fogo e esperar o dia em que comece a paz. Não é justo para ninguém viver assim."

De acordo com Fishbein, servir no Exército de Israel o ajudou a entender por que "Israel precisa de se defender". Mas ele acredita que a solução para o conflito com os palestinos "envolve a criação de dois Estados".

'Nossa casa'

Entre os "irmãos" que Fishbein fez durante o tempo em que se voluntariou na IDF, está Ilan Benjamin, um jovem judeu da Califórnia que passou dois anos nas Forças Armadas israelenses.

De Los Angeles, onde vive e estuda cinema, Benjamin disse à BBC que sempre sentiu uma "ligação muito forte com Israel", país de origem de seu pai, que ele tinha visitado quando criança.

"Eu tinha amigos (israelenses) que estavam servindo no Exército. Quando completei 18 anos, disse a mim mesmo: se eles têm de fazê-lo, eu também tenho. Eu queria fazer o que meus amigos tinham de fazer por obrigação."

Benjamin conta que, quando falou da decisão com seu pai, ele "ficou muito preocupado".

"Meu pai achava que era perda de tempo, porque ele não tinha gostado seu período no Exército. Ele tentou me convencer a ir para a faculdade. Eu respondi que a universidade podia esperar."

Mike Fishbein e Ilan Benjamin (AP)
Fishbein e Benjamin, ambos dos EUA, serviram juntos no Exército israelense
Antes de virar soldado, Benjamin viveu em Israel por um ano, estudando hebraico e trabalhando alguns meses como repórter do jornal Jerusalem Post. Isto lhe permitiu se adaptar à cultura e ao estilo de vida israelense. Ele relatou suas experiências em um livro.

"Fazer parte do serviço militar é uma experiência difícil para todos, mas também muito gratificante", afirma. "Todo mundo está no mesmo nível. Não importa de onde você vem, que língua você fala ou a cor de sua pele."

Ele explica que servir na IDF foi um desafio, porque embora ame Israel, nem sempre concorda com as políticas do atual governo israelense.

"Por exemplo, era difícil para mim patrulhar os assentamentos (judeus na Cisjordânia), basicamente porque eles pensam que têm todo o direito de estar lá. Foi um desafio moral. Mas quando você está no Exército, sabe que não pode se recusar, porque tem obrigações como soldado."

Ilan Benjamin (Arquivo pessoal)
Benjamin serviu dois anos e meio nas IDF
Porém, ele conta que nos dois anos e meio passados no Exército, não sentiu que recebeu ordens para ir contra os seus valores morais. Por exemplo, aprendeu a ser "muito disciplinado e cuidadoso" em relação ao porte de armas e o trato com civis.

"Israel é a única coisa que os judeus têm. Deus me livre, mas se voltássemos a ser perseguidos, pelo menos teríamos um lugar para ir", diz.

E enfatiza: "Se acontecer um novo holocausto, Deus me livre, teríamos um lugar que é nossa casa e que é seguro. Por isso é importante proteger Israel".

Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 22 de julho de 2014

Acidente do avião da Malásia foi 'a Ira de Deus' se fazendo presente, explica igreja dos EUA

Malaysia Airlines

A igreja relata que o acidente foi um ato que pode ser explicado através de passagem bíblica.

A Igreja Batista de Westboro (WBC), situada no centro-oeste dos EUA, revelou que a queda do Boeing 777 da Malaysia Airlines, após ser atingido por um míssil na última quinta (17), foi um ato de Deus, com base na passagem bíblica de Jeremias 06:15.

"Porventura envergonham-se de cometer abominação? Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se; portanto cairão entre os que caem; no tempo em que eu os visitar, tropeçarão, diz o Senhor", relata a passagem citada acima.

Conhecida nos EUA por suas ações polêmicas, como piquetes funerais e o uso da frase "Deus odeia gays" como slogan, a congregação utilizou seu perfil no Twitter para levantar a sua tese que aponta a presença da "Ira de Deus" contra aqueles que não sentem vergonha de seus pecados.

Em um texto maior, por meio de seu blog, a WBC acrescenta que holandeses, malaios, australianos, indonésios e alemães que faleceram no acidente pagaram o preço por "se recusar a se arrepender de vários pecados, como a prostituição".

O voo MH 17 da Malaysia Airlines caiu perto da cidade de Torez, na região de Donetsk, ao leste da Ucrânia. O avião estava a 33 mil pés quando foi atingido. A região onde caiu tem lidado com combates entre forças ucranianas e militantes pró-Rússia em busca de declarar a área como uma república independente.

Entre os 298 mortos, haviam 193 pessoas de origem holandesa. também estavam a bordo 43 cidadãos da Malásia, 27 da Austrália, 12 da Indonésia, 10 do Reino Unido, 4 da Alemanha, outros 4 da Bélgica, 3 das Filipinas, um do Canadá e outro da Nova Zelândia.

O acidente ocorreu pouco mais de quatro meses depois do desaparecimento do voo MH370, também da Malaysia Airlines, com 227 passageiros e 12 tripulantes. O sumiço foi identificado no último dia 7 de março e só obteve uma resposta dezessete dias depois, ao descobrirem que o avião havia caído no mar.

Fonte: Christian Post

domingo, 20 de julho de 2014

O Arrebatamento da Igreja

Por Pr. Levi Costa

DEFININDO OS TERMOS ARREBATAMENTO E VINDA

·     Arrebatamento: Significa tomar para si, roubar, raptar, capturar, pegar, levar pela força, arrebatar, agarrar, reivindicar para si. É o evento em que Jesus vem até as nuvens buscar para a sua igreja. O termo é encontrado quando Paulo explica acerca da situação dos mortos em Cristo na sua vinda com relação ao momento da retirada da igreja; – 1Ts 4.17.

ü Harpazo é a palavra do grego traduzida para arrebatamento, que significa: “tomar para si, retirar, interferir rapidamente, levar com força, reivindicar para si”. Isto dá sentido ao termo, “abrir e fechar de olhos” – 1Co 15.52,53.

·     Vinda. Encontra-se em 1Tessalonicensses 5.23. Três palavras são usadas no grego para referir-se à vinda de Cristo:

ü Parousia. Sua tradução é: presença, vinda, chegada, volta; (“visita real, chegada de um rei”); “a futura visível volta de Jesus, o Messias, para ressuscitar os mortos, realizar o juízo final, e estabelecer formal e gloriosamente o reino de Deus”. A vinda manifestará sua presença;

ü Epifania. É manifestação, aparecimento, “vinda”. É usada para designar a volta gloriosa de Jesus após a grande tribulação. Epifania é usado para se referir a volta gloriosa de Jesus (2Tm 4.1).

ü Apokalupsis. Revelação, exposição, manifestação. Seu uso é frequente para designar a revelação de Jesus Cristo, ou seja, a sua vinda. Fala da manifestação completa no sentido de se revelar, tornar-se conhecida sem qualquer obscuridade, perante o mundo, como Rei dos reis.

Teorias sobre o arrebatamento

Este é o evento mais esperado pela igreja, mas não há unanimidade em como e quando será o arrebatamento. Existem teorias que o negam ou mesmo reconhecendo sua realidade o colocam em posição errada quanto ao tempo de seu acontecimento: Veremos as quatro teorias a seu respeito:

ü Teoria do arrebatamento parcial: Para estes não são todos os crentes, mesmo sendo autênticos, que serão arrebatados, mas somente um grupo formado por aqueles que estão ansiosamente aguardando seu retorno e são dignos de participar. Os salvos que não esperavam com ansiedade a volta do senhor passam por ela a fim de aguardarem o retorno visível de Cristo.
Mas Paulo nos informa que “todos” os que estiverem em Cristo serão transformados, seguidos por aqueles que morreram em Cristo que também foram justificados e isto sim nos torna dignos (1Co 15.51-52).
ü Teoria do arrebatamento meso ou midi-tribulacionista: Este grupo entende que todos os que estiverem em Cristo serão arrebatados. Afirmam que o arrebatamento ocorrerá em meio a grande tribulação. Dizem que a Igreja entrará no período da Grande Tribulação indo até a sua metade, segundo interpretam Daniel 9.27;

ü Teoria do arrebatamento pós-tribulacionista: Ensinam que o arrebatamento será seguido imediatamente pela volta gloriosa de Jesus; Jesus vem, arrebata a igreja e rapidamente vai ao céu retornado imediatamente a terra com a igreja arrebatada para instituir o milênio;

ü Teoria do arrebatamento pré-tribulacionista: Para o pré-tribulacionista o arrebatamento será antes da grande tribulação, trazendo aos crentes em Jesus o livramento dos sofrimentos vindouros. Esta é a mais aceita e mais coerente. a igreja desde os primórdios era pré-tribulacionista, ou seja, esperava que o arrebatamento fosse antes da grande tribulação - 1Ts 5.9; Ap 3.10; 

O pré-tribulacionista está baseado na chamada “doutrina da iminência”, ou seja, a palavra de Deus sempre nos exorta a estarmos vigilantes pelo fato de não sabermos a que horas, dia ou ano que Jesus virá isto demonstra que a sua vinda é algo inesperado, logo, sua vinda é repentina. A igreja é constantemente exortada a vigiar - Mt 24.36,42; Tt 2.13 e 1 Ts 5.4
A doutrina da iminência trata da condição em que está a igreja quando da volta de Jesus para arrebatá-la, ou seja, Jesus disse que seria a qualquer momento. é importante mencionar que esta discussão só existe em meio aos pré-milenistas, já que os amilenistas e pós-milenistas não creem que haverá arrebatamento.
Exemplos bíblicos que confirmam que a Igreja não passará pela Grande Tribulação:

ü Enoque - O primeiro tipo da igreja arrebatada. Ele foi transladado antes do dilúvio - Gn 5.24; Hb 11.5;
ü Elias - Foi arrebatado antes da conquista de Israel por seus inimigos – 2Rs 2.11;
ü Noé - Guardado na Arca com sua família antes de chegar o diluvio – Hb 11.7;
ü Ló - Posto a salvo antes da destruição de Sodoma – Lc 17.29,30.

O arrebatamento não pode ser localizado em outro tempo, senão antes da grande tribulação. A Grande Tribulação não se destina à Igreja, será o tratar de Deus com Israel e com o mundo ímpio – Is 26.20,21; 2Pd 2.9 e Ap 3.10.

Os participantes do arrebatamento

ü O próprio Senhor Jesus: O Senhor garantiu que iria ao Pai, mas viria outra. O mesmo Jesus que um dia subiu ao céu um dia voltará – Jo 14.3; Fp 3.20; At 1.11 e 1Ts 4.16. 

ü O Arcanjo: Trata-se de Miguel, o único arcanjo. A voz do arcanjo fala de voz de comando para o Arrebatamento, pois haverá guerra no céu entre os anjos de Deus e as potestades do ar lideradas por Satanás – 1Ts 4.16; Dn 12.1; Ef 2.2 e Ap 12.7-12.

ü Os mortos em Cristo: Os mortos em Cristo ouvirão o som da trombeta e “num momento de abrir e fechar de olhos” estarão na presença do Senhor em corpo glorificado – Dn 12.2,3; Jo 5.28,29.

Os corpos mortais serão revestidos da imortalidade, pois o terreno e mortal não poderá entrar na presença de Deus. Ocorrerá a redenção plena do corpo – 1Co 15.50,53,54; Rm 8.22,23;

ü Os vivos preparados: Logo depois da ressurreição dos mortos em Cristo, os vivos salvos ouvirão a voz do Arcanjo e num tempo incontável serão arrebatados ao céu - 1Ts 4.17; 1Co 15.51,52.

É pela ressurreição dos mortos e pela transformação dos salvos vivos que a igreja passará a habitar para sempre com o Senhor – Fp 3.20,21; 2Co 5.1-4.

AS DUAS FASES DA VOLTA DE JESUS

A vinda para a igreja e a vinda com a igreja

O arrebatamento (Harpazo) ocorrerá na primeira fase da segunda vinda de Cristo. Nessa fase Jesus virá como o ladrão, Ele não será visto pelo mundo. Trata-se de um mistério não revelado a todos, mas somente a alguns – 2Pd 3.10; Ap 16.15 e 1Co 15.51.

Na primeira fase Jesus não virá à terra, Ele ficará nos ares, local em que a Igreja arrebatada o encontrará para segui-lo ao céu. O mundo será surpreendido com o arrebatamento da Igreja, pois não aguarda a volta do Senhor – 1Ts 4.16,17; Ct 2.13; Jr 8.20 e Mt 24.40.

Sete anos após o arrebatamento, acontecerá a segunda fase da segunda vinda de Cristo (Parousia, Epifania, Apokalupsis). Nessa ocasião Jesus aparecerá  como relâmpago no céu – Mt 24.27.

Na primeira fase Jesus virá para os seus, na segunda fase Ele virá com os seus. O relâmpago é acompanhado do trovão e é visto por todos. Acompanhando o Senhor estarão miríades de anjos e a Igreja glorificada – Zc 14.5b; Cl 3.4 e Jd 14.

O Arrebatamento é para o céu, o aparecimento é para a terra. Na primeira fase da segunda vinda Cristo ficou nas nuvens, já na segunda fase de Sua vinda Ele virá com as nuvens e pisará no Monte das Oliveiras e todo o olho o verá – Zc 14.4; Mt 24.30 e Ap 1.7.

sábado, 19 de julho de 2014

10 características de um chefe ruim


Descubra o que você está fazendo de errado e como isso pode prejudicar a sua equipe.

Os líderes de uma empresa nem sempre são bem avaliados pelos funcionários. As causas são muitas: uma postura arrogante ou autoritarismo são algumas delas e acabam atrapalhando uma relação que poderia ser saudável e de confiança.

Chefes que não têm conhecimentos básicos para a gestão de uma equipe podem comprometer o desempenho de um negócio, seja ele pequeno ou grande.

Listamos, abaixo, as dez piores atitudes que acabam com o seu poder de liderança:

1. Indecisão
Bons líderes precisam ser capazes de tomar decisões rapidamente. Aqueles que não conseguem são considerados fracos para a equipe, que percebem a a insegurança e o medo de errar transmitidos pelo chefe. 

2. Teimosia
Não ouvir o que os funcionários têm a dizer a respeito de determinado assunto é um dos maiores erros dos chefes, que normalmente acreditam estar sempre com a razão. Todas as pessoas têm um modo diferente de analisar algumas situações e isso pode contribuir para os negócios da empresa.

3. Arrogância
A arrogância é um dos piores traços encontrados nos líderes. Acredite: nenhum funcionário quer ouvir você se gabar de algo o tempo todo. Isso só faz com que você seja criticado na empresa.

4. Antipatia
Se você não é um chefe simpático, que passa uma boa impressão aos funcionários, provavelmente você e sua equipe terão uma grande falha na comunicação, já que haverá certo distanciamento entre vocês. Consequência: o empenho da empresa vai declinar.

5. Achar culpados
Maus líderes tendem a achar culpados para tudo que acontece de ruim com a empresa. Se você quer ser um bom profissional, assuma os erros dos seus funcionários e resolva o problema em equipe. Não aponte sempre os erros. Saber a hora de elogiar também é importante.

6. Ser emotivo
Ás vezes é complicado separar a razão da emoção. Mas, líderes que tomam qualquer atitude levando em conta apenas o emocional, sem analisar toda a situação e os dados obtidos, normalmente tendem a fracassar.

7. Desrespeito
Se você tratar seus funcionários de forma mal-educada, eles não terão prazer em trabalhar na sua empresa. Assim, o rendimento dos seus negócios vai cair. Para que você seja bem sucedido, deixe a equipe feliz e os problemas pessoais fora do ambiente de trabalho.

8. Cobrança
Todo funcionário precisa ter prazos e ser cobrado pelas suas tarefas, mas ficar em cima o tempo todo controlando os resultados e o andamento dos trabalhos dará a impressão, para toda a equipe, que você está desconfiando da capacidade dos que trabalham com você. É só saber dosar.

9. Tratar com favoritismo algum dos funcionários
É normal que alguns chefes tenham mais afinidade com determinados funcionários do que com outros. Porém, mostrar a toda equipe que existe um favoritismo vai causar um mal estar e ciúmes entre os profissionais que trabalham com você.

10. Manter sempre os olhos fechados para algo novo
Todos os bons líderes têm uma visão clara sobre todos os assuntos e pensam em longo prazo. Por não terem medo de inovar, estão sempre dispostos a mudar e ampliar os negócios da empresa.

Fonte: Site da Revista PEGN

Ateus não existem, concluem cientistas

Ateus não existem, concluem cientistas

Cresce o número de estudiosos defendendo que a fé é inata ao ser humano.

A crença em Deus está enraizada em todas as pessoas. Portanto, ninguém nasce ateu. Essa é a conclusão de um número cada vez maior de cientistas nos últimos anos. Obviamente os ateus não acreditam nisso, mas na semana passada, Nury Vittachi publicou uma reportagem intitulada “Cientistas descobrem que ateus podem não existir, e isso não é uma piada”.

Em seu artigo, Vittachi cita as obras de vários pesquisadores, como Graham Lawton e Pascal Boyer, que argumentam que a crença em Deus está, naturalmente, enraizada em cada pessoa.

“Os cientistas cognitivos estão cada vez mais conscientes de que uma perspectiva metafísica pode estar tão profundamente enraizada nos processos de pensamento humano que não pode ser expurgado,” explica Vittachi.

“É claro que essas descobertas não provam que é impossível parar de acreditar em Deus”, ressalta Vittachi. Para ele, a questão é que o ateísmo não é algo “natural” e a espiritualidade apenas “aprendida”, revertendo a lógica usada pela maioria dos ateístas militantes. “Somos todos um pouco mais espirituais do que pensamos”, concluiu.

Para quem alega que o raciocínio de Vittachi é exceção, outros cientistas chegaram a conclusões similares. Ara Norenzayan, psicólogo da Universidade de British Columbia, em Vancouver, Canadá, escreveu em um artigo para New Scientist nos mesmos termos.

“Quando as pessoas não acreditam em deus, isso não significa que elas não têm sensações que estão fortemente ligados ao sobrenatural… Mesmo em sociedades que se declaram de maioria ateísta, é possível encontrar um monte de crença no que chamamos de paranormal.”

De modo semelhante, Pascal Boyer na Universidade de Washington em St. Louis, argumentou que “uma série de traços cognitivos nos predispõe à fé”. Argumenta ainda que “dados confirmam que pensamentos religiosos parecem ser uma propriedade emergente de nossas capacidades cognitivas normais.” Para Boyer, a descrença é geralmente resultado de um esforço deliberado, que vai contra nossas “disposições cognitivas”, sendo “antinatural”.

O astrônomo Christian Dr. Jason Lisle argumenta que todos, incluindo os “ateus”, sabem intuitivamente que Deus existe. Em seu artigo recente “Existe uma prova inequívoca da Criação’?”, o cientista cristão usa a Bíblia para fechar seu argumento: “Muitos cristãos têm a impressão equivocada de que os críticos da Bíblia acreditariam se tivessem mais ‘provas’ da existência do Deus bíblico. Mas não é bem assim. Romanos 1:18-20, nos lembra que todo mundo tem um conhecimento inato de Deus da criação… portanto, os ateus apenas tentam negar para si mesmos o que sabem no fundo de seus corações”. 

Fonte: Gospel Prime Com informações Christian News.

Sepultura do profeta Jonas é desenterrada no Iraque por extremistas que atacaram cristãos



Iraque

Extremistas queimam igrejas do Iraque, ao mesmo tempo em que cristãos deixam o país.

Um oficial local de Nínive, no Iraque, confirmou recentemente, “com quase certeza”, que membros do ISIL (abreviatura de Estado Islâmico no Iraque e do Levante, em inglês) desenterraram o túmulo do reverenciado profeta bíblico Jonas (Younis, em árabe), no leste de Mosul, enquanto centenas de cristãos continuam a fugir do país diariamente.

Em um relatório do Iraqi News, o funcionário Zuhair al-Chalabi disse desde que militantes do ISIL invadiram Mosul, conseguiram o controle da mesquita de Jonas e têm fortes evidências sugerindo que o túmulo foi danificado.

"Os elementos do ISIL tomaram a mesquita do Profeta Younis em Mosul, assim que invadiram a cidade. E está no controle deles até agora", disse Chalabi, explicando que "os elementos do ISIL se envolveram no processo de adulteração com o conteúdo da Mesquita”.

"Há informações quase certas indicando o fato de que os elementos do ISIL desenterraram o túmulo do profeta Younis", acrescentou.

Os líderes cristãos no Iraque insistem que muçulmanos e cristãos viveram pacificamente juntos por um longo tempo, mas temem que a violência atual possa apressar o fim de quase 2.000 anos de cristianismo no Iraque.

De acordo com os arcebispos de Bagdá, Mosul e Kirkuk em uma reportagem da Reuters, a guerra e o conflito sectário no Iraque encolheu população cristã do país para cerca de 400 mil, um número que antes era de 1,5 milhões em 2003. Agora os cristãos estão fugindo para lugares como Turquia, Líbano e Europa Ocidental, acelerando o desaparecimento de quase 2.000 anos de cristianismo no Iraque.

"Os próximos dias vão ser muito ruins. Se a situação não mudar, os cristãos vão ficar com apenas uma presença apenas simbólica no Iraque", disse Louis Sako Raphael, Patriarca Católico Caldeu, sediado em Bagdá. "Se eles saem, sua história está terminada".

"Nossa presença era um símbolo de paz, mas há muito pânico e poucos cristãos veem o seu futuro no Iraque", disse o arcebispo católico caldeu de Kirkuk, Youssif Mirkis.

Fonte: Christian Post

‘A cura da Aids poderia estar a bordo daquele avião’

Cientista Joep Lange morreu em queda de avião na Ucrânia
O avião da Malaysia Airlines que caiu nesta quinta-feira (17), levava cerca de 100 cientistas e ativistas a caminho da Conferência Internacional sobre a Aids, prevista para começar neste domingo (20) na Austrália.

Dentre os mortos, estava o holandês Joep Lange, de 60 anos, reconhecido como um dos maiores especialistas sobre a doença no mundo. O cientista dedicou cerca de 30 anos da sua vida às pesquisas sobre o vírus HIV e à Aids. Ele ficou mundialmente conhecido por defender a diminuição dos custos do tratamento para os países mais pobres. Em anuncio, um professor da Universidade South Wales que havia trabalhado com Lange disse: “Joep tinha um compromisso absoluto com os tratamentos contra o HIV na Ásia e na África”.

Ex-presidente da Sociedade Internacional da Aids (IAS), ele estava trabalhando como professor de medicina na Universidade de Amsterdã e era diretor do Instituto de Amsterdã para a Saúde Global e o Desenvolvimento. Em declaração, o atual presidente da organização afirmou: “O movimento HIV/Aids perdeu um gigante”.

Pioneiro nas terapias mais acessivas da doença, Lange estava voando para Kuala Lumpur, onde encontraria sua mulher para um voo de conexão à Austrália. Junto dele, estavam cerca de 100 pessoas que seguiam em direção à conferência. Em entrevista a uma rede australiana, Trevor Stratton, um consultor sobre a doença, disse: “A cura da Aids poderia estar a bordo daquele avião, simplesmente não sabemos”.

Fonte: Revista Galileu

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Questões escatológicas


O ARREBATAMENTO DA IGREJA DEVE ESTAR MUITO PRÓXIMO 
Por Norbert Lieth 

- Nosso mundo está muito inquieto. Há conflitos em muitos países e torna-se mais e mais evidente a possibilidade de guerras devastadoras em futuro próximo. Mais de 400.000 cientistas estão atualmente ocupados em melhorar sistemas bélicos ou em desenvolver novos armamentos.

- Grande parte da humanidade passa fome.

- Terremotos, tempestades, inundações e doenças imprevisíveis, além de outros fenômenos e catástrofes da natureza, aumentam dramaticamente em progressão geométrica, como as dores de parto da que está para dar à luz.

- Grande parte dos cristãos é perseguida. Muitos chegam a falar de uma "escalada" nas perseguições nos últimos anos.

- Também a sedução e o engano através de falsas religiões é comparável a uma avalanche. O clamor pelo "homem forte" torna-se mais audível. Qualquer coisa passa a ser anunciada como "deus" ou "salvador" – e as pessoas agarram-se ansiosas a essas ofertas enganosas. Ao mesmo tempo acontece uma apostasia nunca vista, um crescente afastamento da Bíblia e do Deus vivo.

O FUTURO NACIONAL E O FUTURO ESPIRITUAL DE ISRAEL
Por Wim Malgo

Acerca do futuro de Israel existem duas promessas tão claras que é impossível espiritualizá-las. A primeira é: “Plantá-los-ei na sua terra, e, dessa terra que lhes dei, já não serão arrancados, diz o Senhor, teu Deus” (Am 9.15). Essa é uma declaração muito clara. A promessa que se refere à restauração terrena de Israel está sendo cumprida de forma grandiosa no Oriente Médio diante dos olhos de todo o mundo. 

A outra promessa, encontrada no Novo Testamento, refere-se à sua restauração espiritual: “...que será o seu restabelecimento, senão vida dentre os mortos?” (Rm 11.15). Assim como hoje o cumprimento das promessas naturais está acontecendo diante de nós, as promessas espirituais a Israel igualmente se cumprirão.

"MARANATA!"
Por Thomas Ice

A Igreja primitiva tinha uma saudação especial que os crentes só usavam entre si, conforme registrado em 1 Coríntios 16.22: a palavra "Maranata!" Esta palavra é constituída de três termos aramaicos: Mar ("Senhor"), ana ("nosso"), e tha ("vem"), significando, assim, "Vem, nosso Senhor!" Como outras passagens do Novo Testamento, "Maranata" só faz sentido se uma vinda iminente, ou seja, a qualquer momento, for pressuposta. Isso também serve de apoio à posição pré-tribulacionista.

Não foi à toa que os antigos cristãos cunharam essa saudação peculiar que reflete uma ansiosa expectativa pelo cumprimento dessa bendita esperança como uma presença real em suas vidas cotidianas. A vida da Igreja em nossos dias só teria a melhorar se "Maranata" voltasse a ser uma saudação sincera nos lábios de crentes que vivem com esta expectativa. Maranata!

Fonte: Chamada.com

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