domingo, 28 de fevereiro de 2010

A gravidez na adolescência

O assunto da gravidez na adolescência traz grandes preocupações para a família e para as autoridades governamentais. A cada dia que se passa gravidez na adolescência está crescendo muito é uma das estatísticas mais preocupantes nos dias de hoje na vida das meninas.

O número de nascimento de bebês é de 20% para mães adolescentes e elas geralmente não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e a repressão familiar faz com que muitas delas saiam de casa e abandone os estudos.

Propagandas, novelas e filmes utilizam a sensualidade, para venderem produtos ou mesmo uma idéia de "sucesso". Mostram a idéia irreal de que a relação sexual somente traz conseqüências boas. Omitem as más conseqüências, como as doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada, fetos não saudáveis etc.

A menina, certamente, é a maior prejudicada quando existe a gravidez indesejada. Só que ela não percebe isso, até que aconteça consigo mesma! O romantismo acaba e a dura realidade começa a imperar.

O caminho para a gravidez indesejada

A menina não se sente amada, seja por sua família, seja por seus amigos;
Começa a desenvolver uma auto-imagem negativa;
Identifica-se e se espelhar em personagens de novelas etc.;
Usa alguns "truques" (entre eles a sensualidade), para atrair algum garoto;
Após conseguir seu admirador, pensa que "para mantê-lo interessado", deve aceitar intimidades físicas cada vez maiores;
O garoto, percebendo que a menina permite os avanços, diz a "famosa frase": "Prove que me ama e tenha relações sexuais comigo”; Ela, achando que se negar irá perder o namorado, acaba cedendo;
Tempos depois ela descobre que está grávida e vai contar ao seu parceiro: "Querido, VAMOS ter um filho. Estou grávida!". Ele responde: "VAMOS, é muita gente - VOCÊ é que está grávida! e eu não estou preparado para ser pai! Tenho que estudar e trabalhar, Tchau!".
A garota, mesmo sem estar preparada para ser mamãe, tem que adiar seus sonhos de estudar, formar-se, para ter o seu filho, trabalhar para mantê-lo, passar pela difícil tarefa de contar para seus pais, para a igreja etc. (e o garoto apaixonado? sumiu!).

As estatísticas mostram que boa parte das adolescentes que passam por este processo, volta a repeti-lo, ficando novamente grávidas, num espaço de dois anos após a primeira gravidez. Esta não precisa ser a sua história! Abra os olhos e fuja dos caminhos errados! (Sl 1.1; 1Co 15.33).

Conseqüências que a gravidez precoce provoca.

Para a adolescente:

Conseqüências psicológicas (dependendo do caso, há um verdadeiro abalo psicológico);
Conseqüências físicas (tanto por alterações do corpo, quanto pela possibilidade de doenças);
Conseqüências na vida escolar (a gravidez e as responsabilidades de ser mãe, muitas vezes prejudicam esta área);
Conseqüências na vida profissional (muitos sonhos terão de ser revistos);
Conseqüências no apoio familiar, abandono do namorado etc. (Há ainda a possibilidade de: - Aborto - Suicídio - Prostituição - Prostração.

Para a família:

Decepção geral, falta de apoio, discriminação (tanto da família para com quem caiu, como de outras famílias, para com os parentes do adolescente),
Expulsão de casa etc. (Em alguns casos, fazem pressão para o Aborto). Em Obrigatoriedade do casamento, (o que pode se tornar um erro até maior do que a gravidez indesejada).

Para a igreja:

Trauma também na igreja. Há casos de extremos, em certas igrejas, quanto ao modo de lidar com a questão. Ou não dando nenhuma disciplina ou disciplinando sem amor. Ferem muitos membros, tanto na omissão, quanto na ação exagerada.