sábado, 23 de abril de 2011

A farsa no uso do termo Homofobia

Mídia brasileira segue confundindo a população sobre significado de homofobia.

Por Vanessa Reis
Estudande de Jornalismo

Se não houvesse um viés esquerdista na mídia, sites como este e este e este abordariam as notícias referentes ao Projeto de lei PLC 122/2006 com mais honestidade. Citariam que por trás de toda ditadura do politicamente correto há interesses políticos de acabar com a liberdade dos cidadãos, principalmente dos homossexuais. Não utilizariam o termo homofobia de forma enganosa.

Felipe Pena diz que a falta de articulação entre passado e presente e a visão do tempo como momentos isolados desencadeia uma esquizofrenia nos tempos modernos. Desse modo, o referente histórico se torna inacessível e a realidade histórica é apresentada como ideias e imagens espetacularizadas.

Assim, a mídia segue a favor da maré, enquanto sua obrigação seria justamente  investigar. Apelando para a História, o que se sabe é que Estados totalitários começaram assim, forjando o aumento de poder de grupos como o movimento gay para depois bani-los totalmente. Em Cuba os homossexuais são presos devido a sua opção sexual. O que dizer do Irã, então? É preciso relacionar a falta de liberdade nesses locais com o esquerdismo de seus líderes para melhor compreender o que se passa.

O termo homofobia foi criado pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.

Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.

O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais. 

Resumindo, homofobia é o ódio que leva à violência, necessariamente. Críticas, piadinhas, olhares de estranhamento ou reprovação, comentários de quaisquer tipos, feitos inocentemente ou não, não são práticas homofóbicas, ao contrário do que a mídia propaga. Assim, o termo entra no vocabulário da população menos esclarecida (incluindo aí aqueles que se julgam super bem informados) de forma errônea e útil aos grupos que planejam segregar a população e utilizar a militância para fins políticos.

“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gayserá punida com pena de prisão.

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